E o começo foi no asfalto. Assim, numa Kombi velha, mas que leva a gente lá pra cima. Eu Viviane Gomes, jornalista do Instituto NUPEF, e Kerry Brown, uma gringa antropóloga da Universidade do Texas e que ama o Brasil, subimos para conhecer alguns aspectos do Morro do Turano, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro.







Comunidade pobre. Emaranhado de fios. Amplo comércio. Construção em cima de construção. Uma viela mais estreita do que a outra. Mas a vista descortinada compensa – tanto de um lado como para o outro. E apresentando o local contamos com Brenda Tavares, jovem da comunidade que participa do Projeto Ìyálòóde - Iniciativa de Expressão de Mulheres Líderes.


Nossos objetivos: 1) auxiliar a Brenda no planejamento de sua atividade de mobilização na comunidade; e 2) apresentar a colaboradora americana a realidade das comunidades no Rio. Mas conhecer o morro pressupõe bom preparo de pernas para subir e descer escadas. A gente só consegue visualizar o tamanho da escadaria de baixo pra cima. Dá uma olhada! Tanto, que desacostumada, Kerry ficou de pernas bambas – literalmente.



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Manifestações em Magé    

As manifestações populares não param de acontecer em todo país, e Magé conseguiu reunir as lideranças comunitárias e o povo para protestar pacificamente por seus direitos.                      
A luta pelo passe livre, pelo fim da corrupção, e garantia dos direitos.

Esperamos que as manifestações continuem até que a câmara resolva representar de fato os direitos da população.




No dia 21 /06; acompanhei a manifestação nas ruas de São João de Meriti. Aproveitei para fazer algumas entrevistas para saber como estavam pensando o povo Meritiense com a atitude de seus jovens .










Vocês sabaim que: no Brasil, atualmente 1 em cada 3 mulhres, sofrerá violência física ou sexual de um parceiro ou não parceiro?
Este é o tema que será abordado no dia 24/07/13, Escola de Música em São João de Meriti, cito a Av. Automovél clube nº 206 - Centro tel 276-7946, no horario de 14:00 às 17:00h. O debate sobre violência contra a mulher faz parte das comemorações do dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha. Esta é uma iniciativa do grupo de mulheres yepondá e o projeto iyalodes
Conto com sua presença.







Ola amigos e amigas  tenho uma  boa notincias para voces  no dia 15 de agosto de 20013
vamos juntos termos a opotunidade  de levar as pessas e as autoridade  a ter um olhar para as pessoas ,da terceira idade ou melhor pessoas da idada da sabedora  teremos uma roda de conversa que
vamos conversar os temas como estao vivendo as pesoas da terceira idade na  baixada saude; os dereitos a uma vida  com diguinidade e cidandania .venha fazer parte desta conversa ; se você e jovem este
tempo exerce sua cidandaniase não e tao jovem ainda e tempo de lutar pelo seus direitos estou te esperando  na rua projetada lote 1 quadra;3 parque independecia  saracuruna duque de caxias rio de janeiro.


Alou Amigas gostar;
    gostaria,    que  prestase  Atenição Na    realidade dos tempo .
 As  doensas sexualmente tranmisilve estão ai   precisamos  nus  Previnir
                Por este motivo Cmvido   Todá a Familha a participar de Uma 

Palestra sobre DST Aids.  Aser realizado na casa da Conceição (Rua matari Nu;102
        vale Do Ipé  Belfrd   Roxo R J),. no dia  28 Agosto de 2013
hrra;  das 08 / 12/ sem falta ; Ateé 


Pont; Conceção  (Negra)  


SEM MEDO DE SER FELIZ: Pela afirmação dos direitos humanos como princípio para a prevenção em saúde

Nota pública do Grupo de Trabalho em Gênero e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)
Indignadas/os com os recentes episódios – que resultaram na suspensão e posterior “relançamento” de material de comunicação alusivo ao Dia Internacional das Prostitutas –, as/os integrantes do Grupo de Trabalho em Gênero e Saúde da ABRASCO (Associação Brasileira de Saúde Coletiva) vêm a público manifestar seu total apoio à equipe do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, responsável pela elaboração deste material, que foi injustamente censurada por produzir nada mais que uma genuína mensagem de prevenção.

No texto que informa o “relançamento” do material (agora em formato de Campanha), o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa argumenta que “É fundamental que grupos vulneráveis tenham conhecimento dos locais de distribuição da camisinha. A camisinha feminina permite que a mulher decida sobre o uso do preservativo, de modo que essa escolha não seja apenas do homem. É uma estratégia que faz parte da política brasileira de ampliar as opções de proteção às doenças sexualmente transmissíveis”.


Porém, é importante lembrar que o alardeado internacionalmente (e atualmente questionado) sucesso da “Resposta Brasileira à Epidemia” não está baseado exclusivamente na promoção do acesso ao uso de preservativos e da oferta de medicamentos para quem vive com HIV. Considerando o problema em sua complexidade, ao longo das últimas décadas, a sociedade e o governo brasileiro tem investido esforços em tratar o problema pela raiz e não pelo sintoma.

Nesta perspectiva, mensagens do tipo “Cidadã, use camisinha!” assumem sentido bem mais complexo. Para populações mais vulneráveis, o primeiro passo é a afirmação da cidadania, afinal, séculos de tradição e práticas sexistas, machistas, homofóbicas e racistas produziram em nosso país, estigmas e consequências indeléveis à autoestima e autoaceitação de LGBT, negros/as, pobres, mulheres e, particularmente, as prostitutas. Em outras palavras, qualquer medida de prevenção em saúde, ao tratar de populações em situação de maior vulnerabilidade, deve considerar, antes de qualquer coisa, as condições e possibilidades de existência para essas pessoas, ou seja, as diversas formas a partir das quais essas pessoas foram impedidas de existir em sua plenitude, que as impediram de realizar seu “projeto de felicidade”.

José Ricardo Ayres (2007), Doutor em Medicina e Professor Titular em Medicina Preventiva da USP, define “projeto de felicidade” como “totalidade compreensiva na qual adquirem sentido concreto as demandas postas aos profissionais e serviços de saúde pelos destinatários de suas ações” (p. 54).

Assim, é importante que fique claro que o material censurado, como informa o próprio site do Ministério da Saúde, foi produzido “a partir de uma Oficina de Comunicação em Saúde para Profissionais do Sexo, realizada entre os dias 11 e 14 de março de 2013, em João Pessoa (PB). Participaram da Oficina representantes de organizações não-governamentais, associações e movimentos sociais que atuam junto a profissionais do sexo de todas as regiões do país, apoiando o enfrentamento às DST, aids e hepatites virais.”

Ou seja, as mensagens foram produzidas pelas próprias destinatárias das ações de promoção à saúde, inclusive a supostamente polêmica afirmação “Eu sou feliz, sendo prostituta!”.

Como bem referiu Fernanda Benvenutty, enfermeira e militante transexual brasileira, em evento sobre “gestão de riscos”, promovido recentemente pelo Departamento de Aids do Ministério da Saúde (entre 3 e 4 de junho): ao dizer que são felizes, sendo prostitutas, o que essas mulheres estão afirmando é que, APESAR de uma cultura machista, APESAR de uma sociedade que não as respeita, que as discrimina e que insiste em invisibilizá-las, apesar de um governo que não respeita seu verbo e suas práticas, APESAR DE TUDO ela é feliz! E esse direito humano à felicidade não lhes pode ser negado.

E como podemos, então, lidar com esse “projeto de felicidade”? Ayres (2004) defende “que não devemos lidar com os projetos de felicidade de indivíduos e populações como se fossem alguma espécie de ‘planejamento’. Antes que uma ‘planilha’, onde são fixados metas, recursos e estratégias, a idéia que mais se aproxima à do projeto de felicidade é o de uma obra de arte – uma pintura, um poema, uma escultura – pela qual se expresse a vida e o aspecto de saúde em questão” (...) Além disso, na expressão do projeto de felicidade, como na produção do poema, da pintura, da escultura, misturam–se razão e afetos, luz e sombra, o explícito e o suposto, o retratado e o não–retratado, o retratável e o não–retratável. O projeto de felicidade é, no modo como se expressa, uma totalidade compreensiva” (p. 57).

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